{"id":9972,"date":"2022-04-01T18:53:48","date_gmt":"2022-04-01T18:53:48","guid":{"rendered":"http:\/\/archerconsulting.com.br\/artigos\/O_ETANOL_DA_AS_CARTAS\/"},"modified":"2022-04-01T18:53:48","modified_gmt":"2022-04-01T18:53:48","slug":"o_etanol_da_as_cartas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/archerconsulting.com.br\/pt\/o_etanol_da_as_cartas\/","title":{"rendered":"O ETANOL D\u00c1 AS CARTAS"},"content":{"rendered":"<!--:pt--><p>O mercado futuro de a&ccedil;&uacute;car em NY encerrou a sexta-feira a 19.34 centavos de d&oacute;lar por libra-peso no vencimento maio\/22, uma queda de 27 pontos no acumulado da semana, quase 6 d&oacute;lares por tonelada. A moeda brasileira uma vez mais encerrou a semana fortalecida em rela&ccedil;&atilde;o ao d&oacute;lar, cravando R$ 4,6560 o n&iacute;vel mais baixo desde mar&ccedil;o de 2020. Com essa recupera&ccedil;&atilde;o do real, os valores do a&ccedil;&uacute;car em NY convertidos para a moeda brasileira ca&iacute;ram 64 reais por tonelada na m&eacute;dia dos fechamentos da safra que se inicia, e metade desse valor para as duas safras seguintes.<\/p>\n<p>Dois ter&ccedil;os das usinas do Centro-Sul devem iniciar a safra na segunda quinzena de abril. Incertezas quanto &agrave; disponibilidade de a&ccedil;&uacute;car seguram o spread maio\/julho que negocia a um pr&ecirc;mio de 4 d&oacute;lares por tonelada.<\/p>\n<p>Os fundos n&atilde;o-indexados, segundo o COT (Commitment of Traders), o relat&oacute;rio dos comitentes publicado pelo CFTC (Commodity Futures Trading Commission), a ag&ecirc;ncia americana reguladora do mercado de commodities, com base na posi&ccedil;&atilde;o da &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, continuam long 97,550 contratos. Na semana aumentaram 2,655 lotes.<\/p>\n<p>O primeiro trimestre do ano encerrou com as commodities energ&eacute;ticas liderando as altas: o g&aacute;s natural no topo com 53%, seguido do &oacute;leo de aquecimento 49%, gasolina 42%, petr&oacute;leo tipo Brent (que &eacute; usado como refer&ecirc;ncia pela Petrobras) 34%, petr&oacute;leo tipo WTI 32%. Depois, os gr&atilde;os: trigo 28%, milho 24%, soja 18%, e no final da lista a&ccedil;&uacute;car 2% e caf&eacute; 1%.<\/p>\n<p>As varia&ccedil;&otilde;es acima s&atilde;o bastante fortes para fundamentar uma poss&iacute;vel mudan&ccedil;a de mix pr&oacute;-etanol que estamos prevendo para a safra 22\/23 que se inicia agora. Essa altera&ccedil;&atilde;o no mix s&oacute; n&atilde;o ser&aacute; mais expressiva porque as usinas est&atilde;o comprometidas\/fixadas com pelo menos 20 milh&otilde;es de toneladas de a&ccedil;&uacute;car para a exporta&ccedil;&atilde;o este ano.<\/p>\n<p>Os fundamentos do a&ccedil;&uacute;car e do etanol pendem positivamente para o &uacute;ltimo. Enquanto perdurarem d&uacute;vidas acerca de como a matriz energ&eacute;tica do mundo vai se comportar ap&oacute;s o t&eacute;rmino da guerra da R&uacute;ssia, o petr&oacute;leo vai encontrar suporte ao redor dos US$ 100 o barril (agora est&aacute; abaixo disso depois de Biden ordenou a libera&ccedil;&atilde;o de reservas de petr&oacute;leo). O real vai continuar valorizado enquanto o dinheiro de curto prazo dos investidores estrangeiros estiver entrando para comprar a&ccedil;&otilde;es baratas. No entanto, n&atilde;o parece razo&aacute;vel pensar que essa valoriza&ccedil;&atilde;o vai perdurar em especial com as elei&ccedil;&otilde;es presidenciais deste ano.<\/p>\n<p>O a&ccedil;&uacute;car, por sua vez, n&atilde;o avista nenhum obst&aacute;culo no suprimento em n&iacute;vel global. &Iacute;ndia, Brasil e Tail&acirc;ndia v&atilde;o colocar no mercado volume suficiente para uma demanda mais acanhada num mundo que &eacute; afetado pela infla&ccedil;&atilde;o, pelo depauperamento da renda das fam&iacute;lias e desest&iacute;mulo na forma&ccedil;&atilde;o de estoques das industrias aliment&iacute;cias. Assim, como a tend&ecirc;ncia delas nesse momento &eacute; de trabalhar da m&atilde;o para a boca, tudo leva a crer que a curva de pre&ccedil;os do a&ccedil;&uacute;car se desnivele.<\/p>\n<p>O etanol hidratado negocia a pr&ecirc;mio sobre o a&ccedil;&uacute;car de NY em 150 pontos (!!!), em fun&ccedil;&atilde;o da queda do d&oacute;lar contra o real. No entanto, com o hidratado saindo a R$ 4,1000 o litro com impostos, B3 est&aacute; bem defasada em pelo menos R$ 150-200 por m3.<\/p>\n<p>A nomea&ccedil;&atilde;o de Adriano Pires para a presid&ecirc;ncia da Petrobr&aacute;s certamente pegou o mercado de surpresa. Desta vez, uma agrad&aacute;vel surpresa. Pires &eacute; Doutor em Economia Industrial pela Universidade de Paris e uma das maiores autoridades no mercado de energia do Pa&iacute;s, trabalhou na ANP (Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo) e era nome constante na lista de ministeri&aacute;veis para a pasta de Minas e Energia.<\/p>\n<p>H&aacute; apenas tr&ecirc;s semanas, Pires afirmou em artigo publicado na imprensa que o controle de pre&ccedil;os de combust&iacute;veis &eacute; um tiro no p&eacute;. Alertou que o debate sobre os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis n&atilde;o pode ser um Fla-Flu, em que voc&ecirc; decide ser contra ou a favor da Petrobras respeitar a paridade internacional.<\/p>\n<p>Em um par de semin&aacute;rios que participou como panelista, que tive a oportunidade de atender, Adriano Pires sempre deixou clara sua vis&atilde;o liberal, ainda que tenha recentemente admitido que em situa&ccedil;&otilde;es de estresse (como na invas&atilde;o russa &agrave; Ucr&acirc;nia) pudesse ser criado um fundo para atenuar a volatilidade de pre&ccedil;os. Dinheiro que viria, diga-se de passagem, n&atilde;o do tesouro, mas dos polpudos dividendos distribu&iacute;dos pela Petrobras aos seus acionistas, o maior deles o Governo.<\/p>\n<p>A defasagem de pre&ccedil;os em rela&ccedil;&atilde;o ao mercado internacional, como expressa Pires no mesmo artigo, traz dois grav&iacute;ssimos problemas: o primeiro, que as empresas que compraram as refinarias da Petrobras na Bahia e em Manaus, se tiverem que praticar pre&ccedil;os abaixo do mercado internacional, ter&atilde;o preju&iacute;zo na opera&ccedil;&atilde;o e consequentemente, exportar sua produ&ccedil;&atilde;o pelo valor justo de mercado. O segundo, &eacute; que defasagens de pre&ccedil;o normalmente desaguam em desabastecimento. Pior que pagar caro a gasolina &eacute; n&atilde;o ter gasolina para comprar.<\/p>\n<p>A menos que queira destruir uma reputa&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da ao longo de eminente carreira de mais de 30 anos no mercado de energia, Pires vai fazer exatamente o que seu antecessor fazia, mas n&atilde;o vai cometer o mesmo erro. Os reajustes de pre&ccedil;os dever&atilde;o ter maior celeridade para evitar que as distor&ccedil;&otilde;es entre o pre&ccedil;o internacional e o praticado pela empresa na refinaria se acumulem e a Petrobras seja obrigada a dar um reajuste cavalar como aconteceu recentemente e culminou na defenestra&ccedil;&atilde;o de Joaquim Silva e Luna menos de um ano no cargo.<\/p>\n<p>Pires foi um bom nome para que o presidente em campanha abafe o esc&acirc;ndalo de corrup&ccedil;&atilde;o que atinge o MEC e fa&ccedil;a a m&iacute;dia olhar para outro assunto. Mas, se ele pensa que a pol&iacute;tica de pre&ccedil;os vai mudar, pode tirar o cavalinho da chuva.<\/p>\n<p>Adriano Pires sabe bem que a empresa que vai presidir tem contas a prestar aos seus acionistas, aqui e l&aacute; fora. Pires &eacute; um profissional pouco afeito a ouvir conversa mole de sindicalistas e pol&iacute;ticos populistas. Depois do assalto do PT aos cofres da empresa, que apenas no governo de um poste chamado Dilma, levou a um preju&iacute;zo sem precedente de mais de R$ 40 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, a pol&iacute;tica na forma&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os de combust&iacute;vel favorecia a ind&uacute;stria automobil&iacute;stica com carros sem IPI, financiamento de ve&iacute;culos com 84 meses e gasolina barata &agrave;s custas dos contribuintes, que culminaram em preju&iacute;zo de mais R$ 100 bilh&otilde;es devido &agrave; conten&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os administrados pela trupe petista.<\/p>\n<p>Hoje, existem internamente procedimentos que impedem que seus administradores tenham gest&atilde;o temer&aacute;ria. Isso impede, por exemplo, que importem gasolina a um pre&ccedil;o mais alto do que o pre&ccedil;o de venda no mercado interno.<\/p>\n<p>Resta saber qual ser&aacute; o comportamento do planalto ao ver a continua&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica acertada e em linha com as melhores pr&aacute;ticas do mercado, mas para a qual o presidente torce o nariz. Vale lembrar, no entanto, que &ndash; como me disse o Conselheiro de uma grande empresa do setor - &nbsp;&ldquo;no Brasil de hoje, amanh&atilde; &eacute; longo prazo&rdquo;.<\/p>\n<p>Arnaldo Luiz Corr&ecirc;a<\/p><!--:--><!--:en--><p class=\"p1\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">The sugar futures market in NY closed out Friday at 19.34 cents per pound for May\/2022, a 27-point drop, almost 6 dollars per ton, in the weekly accumulated. The Brazilian currency once again closed out the week stronger against the dollar, hitting R$4,6560, the lowest level since March\/2020. With this real recovery, the sugar values in NY converted into the Brazilian currency dropped R$64 per ton on the average of the closings of the crop that is starting now, and half of this value for the two next crops.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Two-thirds of the mills of the Center-South should start the crop in the second half of April. Uncertainties about sugar availability hold back the May\/July spread, which is trading at a premium of 4 dollars per ton.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">The non-index funds, according to COT based on last Tuesday&rsquo;s position, continue long by 97,550 contracts. They gone up 2,655 lots over the week.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">The year&rsquo;s first quarter closed out with energy commodities leading the high trends: natural gas at the top with 53%, followed by heating oil with 49%, gas with 42%, Brent (which is used as reference by Petrobras) with 34%, WTI with 32%. Then there were grains with 28%, corn with 24%, soybean with 18% and at the bottom of the list sugar with 2% and coffee with 1%.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">The above fluctuations are strong enough to support a possible change in the pro-ethanol mix which we are forecasting for the 2022\/2023 crop that is starting now. This change in the mix just won&rsquo;t be more significant because the mills are committed to\/fixed at 20 million tons at least of export sugar this year.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Sugar and ethanol fundamentals tip positively to the latter. As long as there are doubts about how the world energy matrix will behave after the Russia war is over, oil will find support around US$100 per barrel (now it&rsquo;s below that after Biden ordered the release of oil reserves). The real will continue appreciating as long as short-term money of foreign investors is coming in to purchase cheap stocks. However, it doesn&rsquo;t seem reasonable to think that this appreciation will last especially with this year&rsquo;s presidential election.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Sugar, on the other hand, doesn&rsquo;t see any obstacle as long as the global supply goes. India, Brazil and Thailand will put enough volume on the market for a smaller demand in a world affected by inflation, depletion of family income and discouragement of stock building of food industries. So, since their tendency now is to work hand mouth, everything leads us to believe that the sugar curve price will be in carry. <\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Hydrous ethanol is trading at premium over sugar in NY at 150 points (!!!) due to the dollar drop against the real. However, with hydrous at R$4.100 per liter with taxes, B3 is pretty out of step - by at least R$150-200 per m&sup3;.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Adriano Pires&rsquo; appointment as president of Petrobras surely took the market by surprise. A nice surprise this time around. Pires has a PhD in Industrial Economics from the University of Paris, is one the greatest authorities on the market in the country, has worked at ANP (Oil National Agency) and his name was a constant on the list of possible ministers for the Mines and Energy Ministry.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Just three weeks ago, Pires stated in an article published by the press that fuel price control is a shot in the foot. He warned that the discussion about fuel prices cannot be like a local derby, where you decide to be against or for Petrobras respecting the international parity.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">In a couple of seminars I got to participate in and where he was a panelist, Adriano Pires always made his liberal viewpoint clear, even though he has recently admitted that in stressful situations (such as the Russian invasion of Ukraine) a fund could be created to mitigate price volatility. &nbsp;This money would come not from the treasury but from profitable dividends distributed by Petrobras to its shareholders, the greatest one being the Government.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">The price difference in relation to the world market, as Pires says in the same article, causes two serious problems: the first one is that if the companies that bought Petrobras refineries in Bahia and in Manaus have to practice prices below those of the foreign market, they will lose money in the operation and, consequently, export their production for the fair market value. The second one is that price differences usually end up in shortage. Not having gas to buy is worse than paying a high price for it.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Unless he wants to destroy a reputation built during a distinguished career of more than 30 years on the energy market, Pires will do exactly what his predecessor used to, but he won&rsquo;t make the same mistake. Price adjustments will have to be faster in order to keep distortions between the foreign price and the one practiced by the company at the refinery from adding up and make Petrobras adjust heavily like it did recently and caused Joaquim Silva e Luna&rsquo;s ousting after he had been in the office for less than a year.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Pires was a good name so that the president in campaign hushes up the corruption scandal that is hitting the Ministry of Education and makes the media focus on another issue. But he shouldn&rsquo;t hold his breath on price policy changing.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Adriano Pires knows pretty well that the company he will preside over has to render account to its shareholders here and abroad. Pires is a professional who isn&rsquo;t used to listening to union leaders and populist politicians&rsquo; idle talk after PT robbed the company and, which just during the term of a dimwit called Dilma, led it to a loss of more than unprecedented R$40 billion.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">In addition, fuel pricing policy used to favor the car industry with Tax free cars, vehicle financing in 84 months and cheap gas at the expense of tax payers, resulted in a loss of more than R$100 million due to the price suppression administered by the PT group.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Today there are internal procedures that keep its administrators from having reckless management. That stops them from importing gas at a higher price than the sale price on the domestic market, for example.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">It remains to be seen how Brasilia will behave when it sees the continuation of a correct policy in line with the best market practices, but which the president frowns upon. It&rsquo;s worth remembering, however, that &ndash; as the counselor to a great sector company told me &ndash; &ldquo;in Brazil today, tomorrow is long term&rdquo;.<br \/><br \/><\/span><span class=\"s1\">Arnaldo Luiz Corr&ecirc;a<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">&nbsp;<\/span><\/p><!--:-->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado futuro de a&ccedil;&uacute;car em NY encerrou a sexta-feira a 19.34 centavos de d&oacute;lar por libra-peso no vencimento maio\/22, uma queda de 27 pontos no acumulado da semana, quase 6 d&oacute;lares por tonelada. 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